Estava com a luzinha da reserva a rebentar há uns bons 50 quilómetros. Pensei, pá, não chego a casa, e se me falta a gasolina na auto-estrada estou feita.
Cartão de crédito com a banda magnética estragada. Cartão multibanco com 56 cêntimos. No porta-moedas, uma moeda de um euro, mais uma chincalheira de pretos. 1,99. Foi a conta que apurei após despejar todo o metal em cima do balcão, contá-lo, e dizer à senhora da bomba, que sorria que nem uma rã inchada de gozo, olhe, ali aquele Opel Corsa, registe aí 1,99 da de 95. Ela repetiu, para mal da minha vergonha. 1,99? Respondi baixinho, sim, sim. Não digam nada à minha mãe.
Cartão de crédito com a banda magnética estragada. Cartão multibanco com 56 cêntimos. No porta-moedas, uma moeda de um euro, mais uma chincalheira de pretos. 1,99. Foi a conta que apurei após despejar todo o metal em cima do balcão, contá-lo, e dizer à senhora da bomba, que sorria que nem uma rã inchada de gozo, olhe, ali aquele Opel Corsa, registe aí 1,99 da de 95. Ela repetiu, para mal da minha vergonha. 1,99? Respondi baixinho, sim, sim. Não digam nada à minha mãe.

