O Museu das Comunicações, em Lisboa, encontra-se aberto ao Sábado, mas com a loja fechada, e não existindo funcionários disponíveis para cumprir os serviços mínimos, nomeadamente vender o catálogo da exposição temporária.
Ontem, um amigo estrangeiro que visitou a exposição "Caligrafias", e pretendia adquirir o referido catálogo, por motivos relacionados com estudo, regressou ao país de origem com as mãos a abanar. Já nem me preocupa a imagem de Portugal para quem nos visita. Trata-se de uma questão utilitária: aos organizadores da exposição não interessa vender um catálogo que deve custar bom dinheiro?