
Sou totalmente a favor da química. Nem sei como não fui para farmacêutica. O meu sonho era ter uma grande farmácia e viver no cofre dos Xanax. Cá para mim é simples: dores, febre, e constipações, paracetamol e iboprofeno; insónia, diazepam; depressões, fluoxetina; infecções, amoxicilina; reumatismo, diclofenato sódico, e por aí adiante.
A quimíca serve-nos eficazmente. Dá-nos o seu melhor com poucos efeitos secundários. O Viagra, por exemplo, merece uma atenção especial, e muito menos gargalhada. A maior parte dos que gozam com o Viagra bem precisam dele. Recomendo, vivamente, a toma parcimoniosa, é claro, a indivíduos que tenham perdido o vigor dos primeiros anos, ou que, estando nos primeiros anos, não tenham jamais vislumbrado qualquer vigor. Acontece. Não é vergonha nenhuma. Vergonha é desresponsabilizarmo-nos do problema, atribuindo-lhe causas exógenas. O que também acontece, muito lamentavelmente.
A disfunção eréctil atinge uma percentagem elevada de homens de todas as idades. Nos indivíduos jovens, as causas são quase sempre de origem psicossomática mais ou menos passageira, a carecer de maior ou menor terapia. Penso que o Viagra, sendo um químico para efeito localizado, pode ajudar a outro nível: consegue induzir autoconfiança, em alguns casos. O Viagra pode constituir uma fonte de reforço positivo, desbloqueando medos adquiridos.
Sinceramente, custa-me imenso que os homens tenham dificuldade em endireitar o pepino. Acho que deve ser mesmo frustrante. Bem sei que é mal comparado, mas eu também gosto que os mamilos se me endureçam quando faz frio, quando os roço, quando lhes toco. Como se tal episódio de causa-efeito pudesse confirmar que está tudo bem no meu corpo. Se eu fosse homem e, de um momento para o outro, me visse impedido de esticar o alho-porro, era Viagra até o legume se arrebitar sozinho outra vez, e por tentativas.
Outra tarefa útil e interessante a que os homens que sofrem de disfunção eréctil podem dedicar-se, só para passar o tempo, caso tenham muito, é à carinhosa massagem do cogumelo. Enquanto o massajam não têm de preocupar-se em dar conta das vidas alheias. É que, sinceramente, ter a courgette murcha já é preocupação suficiente! Eu cá, para não sofrer dissabores, preocupava-me apenas em devolvê-la à vida! Mais nada!
A quimíca serve-nos eficazmente. Dá-nos o seu melhor com poucos efeitos secundários. O Viagra, por exemplo, merece uma atenção especial, e muito menos gargalhada. A maior parte dos que gozam com o Viagra bem precisam dele. Recomendo, vivamente, a toma parcimoniosa, é claro, a indivíduos que tenham perdido o vigor dos primeiros anos, ou que, estando nos primeiros anos, não tenham jamais vislumbrado qualquer vigor. Acontece. Não é vergonha nenhuma. Vergonha é desresponsabilizarmo-nos do problema, atribuindo-lhe causas exógenas. O que também acontece, muito lamentavelmente.
A disfunção eréctil atinge uma percentagem elevada de homens de todas as idades. Nos indivíduos jovens, as causas são quase sempre de origem psicossomática mais ou menos passageira, a carecer de maior ou menor terapia. Penso que o Viagra, sendo um químico para efeito localizado, pode ajudar a outro nível: consegue induzir autoconfiança, em alguns casos. O Viagra pode constituir uma fonte de reforço positivo, desbloqueando medos adquiridos.
Sinceramente, custa-me imenso que os homens tenham dificuldade em endireitar o pepino. Acho que deve ser mesmo frustrante. Bem sei que é mal comparado, mas eu também gosto que os mamilos se me endureçam quando faz frio, quando os roço, quando lhes toco. Como se tal episódio de causa-efeito pudesse confirmar que está tudo bem no meu corpo. Se eu fosse homem e, de um momento para o outro, me visse impedido de esticar o alho-porro, era Viagra até o legume se arrebitar sozinho outra vez, e por tentativas.
Outra tarefa útil e interessante a que os homens que sofrem de disfunção eréctil podem dedicar-se, só para passar o tempo, caso tenham muito, é à carinhosa massagem do cogumelo. Enquanto o massajam não têm de preocupar-se em dar conta das vidas alheias. É que, sinceramente, ter a courgette murcha já é preocupação suficiente! Eu cá, para não sofrer dissabores, preocupava-me apenas em devolvê-la à vida! Mais nada!