O professor, ele é professor de música na escola, foi sair com uma professora e viu o pai. O pai agora é um pedinte, um sem-abrigo, mas antes era professor universitário, só que morreu-lhe a mulher, começou a beber, e desgraçou-se. Os miúdos da escola falam com ele sentados no muro; dá-lhes conselhos muito bons; é um homem que fala muito bem, porque, está-se a ver, foi professor universitário e sabe discursar; os miúdos às vezes até lhe trazem coisas de casa, ou levam-no com eles para comer com as mães e pais. Gostam muito dele.
O professor que viu o pai, quer dizer, pensou que o viu, e até disse à professora, parece que está ali o meu pai, foi a correr atrás dele, mas o velho escondeu-se atrás de uma árvore, e ele ficou sem saber se era mesmo o pai. Agora é que isso se vai desenvolver melhor.
Este foi o reconto do episódio de Morangos com Açucar de ontem, segundo a minha mãe, à hora de almoço. Escuto estes relatos sorrindo. Ela sente-se feliz, e, por arrasto, também eu. Bendita telenovela.
O professor que viu o pai, quer dizer, pensou que o viu, e até disse à professora, parece que está ali o meu pai, foi a correr atrás dele, mas o velho escondeu-se atrás de uma árvore, e ele ficou sem saber se era mesmo o pai. Agora é que isso se vai desenvolver melhor.
Este foi o reconto do episódio de Morangos com Açucar de ontem, segundo a minha mãe, à hora de almoço. Escuto estes relatos sorrindo. Ela sente-se feliz, e, por arrasto, também eu. Bendita telenovela.