
Gosto que os ateus me confrontem com os sete palmos abaixo de terra, e depois o nada, com o não-sentido da existência. Que puxem pelos meus incompreensíveis, improváveis argumentos de fé. O não-sentido da existência: eles têm razão. O grande paradoxo do ateísmo: um tão forte princípio religioso.