No outro dia disse à minha mãe que gostava era de casar com o Zé Maria do Big Brother, porque é bom rapaz, simpático e humilde, para além de que acho aquele episódio da tentativa de suicídio, ele todo nu, atravessando a 24 de Julho agarrado a um gato-bebé, pronto para se atirar ao rio, sem saber porquê, porque sim, segurando nos braços o que há de mais puro e inocente, de uma beleza trágica, clássica, que me comove indescritivelmente.
A minha mãe respondeu, "olha, que dois malucos, havia de ser lindo!"
A semana passada, uma colega da linha de montagem, a meio da conversa que não vem ao caso, levantou-se, e disse-me seriamente, embora com uma cara sorridente, desculpa, Isabela, mas isto hoje só me parece uma casa de malucos".
A minha prima afastada é todos os dias. Não bates bem da bola. Não tens os parafusos todos. Falta-te óleo na engrenagem.
Quando páro a olhar para o meu blogue, de fora, às vezes penso, Isabela... o que estava certo era casares com o Zé Maria do Big Brother.
A minha mãe respondeu, "olha, que dois malucos, havia de ser lindo!"
A semana passada, uma colega da linha de montagem, a meio da conversa que não vem ao caso, levantou-se, e disse-me seriamente, embora com uma cara sorridente, desculpa, Isabela, mas isto hoje só me parece uma casa de malucos".
A minha prima afastada é todos os dias. Não bates bem da bola. Não tens os parafusos todos. Falta-te óleo na engrenagem.
Quando páro a olhar para o meu blogue, de fora, às vezes penso, Isabela... o que estava certo era casares com o Zé Maria do Big Brother.