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terça-feira, setembro 12, 2006

Let's go outside!


Robbie Williams continua a lamentar não existir, neste planeta, mulher alguma com atributos suficientes para satisfazer as suas exigências mais afectivas. Já procurou por tudo quanto é sítio, mas nada...
E não consegue ser fiel.... E elas não suportam mais tatoos... E elas não querem tirar fotos todas em pelota, e ele pela-se... E elas têm muitas mamas e não treinam o olhar de baixo para cima...

Dá entrevistas com um ar abatido, triste: vê-se mesmo que o homem está desconsolado; e avisa, ele avisa, "pronto, olhem, se calhar, se não conseguir encontrar a minha alma-gémea, terei de me contentar com uma alma-gémeo. Vai-me custar, eu sei, desculpem lá, mas pronto, se calhar vai ter de ser; olhem, pronto!"
Robbie, a gente já sabe! Vá, homem, desembucha!


sexta-feira, outubro 28, 2005

Ninguém sabia!

O ano passado, acho que foi o ano passado... na Maria, acho que foi na Maria... mas pode ter sido na Ragazza, sei lá, cultivo-me tanto... li uma “breve” que se infiltrou, para sempre, nos recantos da minha memória, a mesma que se recusa, com igual zelo, a guardar a data da batalha de Aljubarrota: Robbie Williams, o grande ídolo pop, padecia de uma série de graves traumas e fobias: temia ser atacado, perseguido, violado... pelo que contratara um bodyguard morenão e musculoso, todo ele tatuagens e roupa negra em lycra, que o acompanhava para todo o lado, e, tal e qual a minha Micas, nos dias em que se porta bem, dormia no quarto do Robinho, para melhor o proteger, ficando de guarda aos pés da cama do próprio, que dizem ser em ouro maciço.
Lendo isto, peguei no telefone, liguei para a minha prima afastada, a da filosofia pura, e ganhámos o dia em risota.
Também queríamos um bodyguard aos pés das nossas camas Moviflor!

Ora, vem ao caso que, aí há uma quinzena, mais dia, menos dia, bato com os olhos noutra "breve"; na Maria, acho que foi na Maria... mas pode ter sido na Caras ou na Vip. Desta vez, visava-se Robbie de forma descaradamente pleonástica.
Robbie Williams acabara de declarar a uma estação de rádio que, sim, era gay, imenso gay, mais precisamente, uma entre as assinaláveis bichonas que o Reino Unido produziu, e se ele as produz bem!

Resta-me concluir que algo está a falhar na formação dos nossos jornalistas. Há, efectivamente, crise curricular. Venha o não sei quê de Bolonha! Isto é um exemplo de não-notícia. Isto é igual ao famoso “cão mordeu um homem”.
Lá peguei no telefone, lá liguei para a minha prima afastada, risota, risota, etc., e a nossa preocupação, neste momento, limita-se a uma simples questão de segurança: o ouro, metal excessivamente mole, será material adequado a um leito sobre o qual pesa o sono fóbico e traumatizado de um ídolo da pop, ainda por cima com seu bodyguard aos pés?

O tempo de um gelado no McDonalds

Sentia-me gulosa e fui ao McDonalds de Almada comer um McFlurry de Oreo. O gelado ia-me sabendo bem, enquanto meditava nas calorias e obser...