
Sob influência do poste anterior, portanto, no que respeita a "lançar lixo para o quintal do vizinho", gostaria ainda de evocar os exercícios com F16, a 50 metros do solo, e à velocidade do som, que ocorreram, a semana passada, sobre os telhados nocturnos de Penamacor. Pela descrição das testemunhas, a mim, que sou nova, e urbana, e outras coisas, tinha-me dado o badagaio. Imagino, portanto, a inquietação sentida por velhotes, crianças e animais incapazes de perceber a origem das explosões, e de as racionalizarem.
Estamos ainda demasiado próximos dos habitantes dos bairros de Lisboa que, há poucos séculos, lançavam os dejectos pela janela, à baldada. Cada um suja como pode. Atira fora. Alguém limpará. Ou não. Que importância tem isso?!
Tudo isto, a meu ver, se relaciona muitíssimo com a questão humanista do respeito pelo outro, que está muito esquecida, ou nunca existiu, sei eu lá.
Estamos ainda demasiado próximos dos habitantes dos bairros de Lisboa que, há poucos séculos, lançavam os dejectos pela janela, à baldada. Cada um suja como pode. Atira fora. Alguém limpará. Ou não. Que importância tem isso?!
Tudo isto, a meu ver, se relaciona muitíssimo com a questão humanista do respeito pelo outro, que está muito esquecida, ou nunca existiu, sei eu lá.