Não tenho grande amor pelos textos que vou escrevendo. Duas semanas depois já os desbasto para metade, e no mês seguinte acho que não os deveria ter escrito.
Não há direitos de autor na blogosfera, portanto, conta-se sempre com uma ética tácita: ou seja, não me importo nada que venham cá copiar textos, e nem precisam de meter línques, desde que assinalem que aquilo foi escrito por uma tal Isabela. Se usam um texto meu e o assinam por baixo, por cima ou de lado, chama-se plágio. Ora, o plágio é bués de feio, os plagiadores são uns mentirosos de meia-tijela, eu detesto mentirosos e mentirosas, e, finalmente, alguém me escreveu a alertar para esta vergonha, por isso cá vai:
Nem se deu ao trabalho de lhe mudar o título, o que me ofende. Exige-se um mínimo de esforço. E parece que é o pão nosso de cada dia. Há por lá textos copiados da blogosfera inteira. Quem é que esta bloguista irá plagiar amanhã?!