
Antigamente, a ocupação de reis e príncipes, como a de toda a nobreza, era o fossado. Lá partiam cheios de testosterona, ou arranjavam-na pelo caminho, nem quero saber como; chegados ao terreiro da barbárie, matavam e morriam. Exactamente como D. Sebastião.
Já se sabe que quem vai à guerra dá e leva, ou melhor, corre o risco de matar e morrer, porque é disso que trata. É o fim último da encenação de exercícios, fardas e armas apontadas e disparadas a alvos.
Neste momento, a Inglaterra debate-se com um problema. O terceiro herdeiro ao trono, na linha de sucessão, quer combater no Iraque como qualquer outro do seu batalhão, (toda a gente sabe que o jovem não é, efectivamente, outro qualquer, não senhor), e porque, e esta parte ele esconde, desespera por acção, uns gritos selvagens dentro dos tanques, "vamo-nos a eles", uns disparos, umas bejecas, umas brocas, tudo legítimo porque um gajo está na guerra e há que aproveitar a temporária indistinção entre certo e errado, sendo tudo certo.
Parece que o príncipe, que por tradição quer ir à guerra, como os príncipes seus antepassados - embora não convenha a ninguém que execute as funções para que se preparou - vai mesmo brincar com armas. Para o proteger, de forma a que possa meter as mãos no fogo sem se queimar, a Inglaterra vai formar e enviar para o Iraque um segundo batalhão secreto que não poderá perdê-lo da vista. Esta informação não está ainda confirmada. Mas eu sei. A intervenção do batalhão do príncipe, no Iraque, sairá duplamente cara ao contribuinte inglês.
Já se sabe que quem vai à guerra dá e leva, ou melhor, corre o risco de matar e morrer, porque é disso que trata. É o fim último da encenação de exercícios, fardas e armas apontadas e disparadas a alvos.
Neste momento, a Inglaterra debate-se com um problema. O terceiro herdeiro ao trono, na linha de sucessão, quer combater no Iraque como qualquer outro do seu batalhão, (toda a gente sabe que o jovem não é, efectivamente, outro qualquer, não senhor), e porque, e esta parte ele esconde, desespera por acção, uns gritos selvagens dentro dos tanques, "vamo-nos a eles", uns disparos, umas bejecas, umas brocas, tudo legítimo porque um gajo está na guerra e há que aproveitar a temporária indistinção entre certo e errado, sendo tudo certo.
Parece que o príncipe, que por tradição quer ir à guerra, como os príncipes seus antepassados - embora não convenha a ninguém que execute as funções para que se preparou - vai mesmo brincar com armas. Para o proteger, de forma a que possa meter as mãos no fogo sem se queimar, a Inglaterra vai formar e enviar para o Iraque um segundo batalhão secreto que não poderá perdê-lo da vista. Esta informação não está ainda confirmada. Mas eu sei. A intervenção do batalhão do príncipe, no Iraque, sairá duplamente cara ao contribuinte inglês.
