A minha mãe sempre me avisou contra homens pequenos, o que, mau grado todo o espírito racional que me tenho esforçado por desenvolver, fora da sua esfera de influências mágicas, tem batido certo. Calham-me todos, excepto os bailarinos!
E quando penso no assunto, embora me force bastante para não pensar, acho trágico que certos indivíduos, como se não lhes bastasse ser pequenos, sejam também... pequeninos.

Os sete anõezinhos sem Branca de Neve (e estes trabalham, iupi!).
