[muro da escola]
Maloka (deve ser Maluka).
Feat Big Nik The One (deve ser Fat Big Nik).
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segunda-feira, dezembro 10, 2007
Tags e grafitis do meu bairro II
[muro da escola]
Amo-t Ana 8F (numa ponta do muro).
Amo-t Rita 8F (na outra ponta do mesmo muro).
A mesma letra, o mesmo traço, o mesmo discurso. Deve ser um daqueles casos muito bicudos de indecisão que se mantém pela vida fora. Às tantas as moças até são as melhores amigas, mas uma é loura, outra morena.
Amo-t Ana 8F (numa ponta do muro).
Amo-t Rita 8F (na outra ponta do mesmo muro).
A mesma letra, o mesmo traço, o mesmo discurso. Deve ser um daqueles casos muito bicudos de indecisão que se mantém pela vida fora. Às tantas as moças até são as melhores amigas, mas uma é loura, outra morena.
Tags e grafitis do meu bairro III
[muro da escola]
PUTOSXTÚPIDOS (assim tão eloquente nem sinto necessidade de comentar.)
PUTOSXTÚPIDOS (assim tão eloquente nem sinto necessidade de comentar.)
sábado, agosto 25, 2007
Pão ou dor, tanto faz
Li à francesa [pã], considerando-o o suprasumo dos grafitis: pão: farinha amassada com água e sal, e nada mais. Tudo o que há para dizer numa única palavra: pão. Todas as lutas, todas as tréguas.
Mas tratava-se de um grafiti a negro, com caligrafia dura, pelo que o repensei: provavelmente estaria em inglês [peine]". Não vejo que os miúdos do bairro se ofereçam grandes ímpetos poéticos e filosóficos. Enfim, a poesia da rua... Encontro, então, mais sentido na segunda versão: dor. A que nos é infligida. A que infligimos. E desgostei.
De seguida, num exercício gratuito, inevitável, relacionei semanticamente os vocábulos homónimos nas diferentes línguas, e considerei que, especulativamente, algo os ligava: em todas as línguas o pão se conquista com dor. Ou não se conquista. Mas a dor permanece. Matizes, níveis de dor. Mas dor. Portanto, pão ou dor, tanto faz. O grafiti é perfeito.
Mas tratava-se de um grafiti a negro, com caligrafia dura, pelo que o repensei: provavelmente estaria em inglês [peine]". Não vejo que os miúdos do bairro se ofereçam grandes ímpetos poéticos e filosóficos. Enfim, a poesia da rua... Encontro, então, mais sentido na segunda versão: dor. A que nos é infligida. A que infligimos. E desgostei.
De seguida, num exercício gratuito, inevitável, relacionei semanticamente os vocábulos homónimos nas diferentes línguas, e considerei que, especulativamente, algo os ligava: em todas as línguas o pão se conquista com dor. Ou não se conquista. Mas a dor permanece. Matizes, níveis de dor. Mas dor. Portanto, pão ou dor, tanto faz. O grafiti é perfeito.
O tempo de um gelado no McDonalds
Sentia-me gulosa e fui ao McDonalds de Almada comer um McFlurry de Oreo. O gelado ia-me sabendo bem, enquanto meditava nas calorias e obser...
